Neste artigo, destacamos alguns dos principais erros a serem evitados durante a impermeabilização. Afinal, o bom funcionamento de uma edificação e aumento de sua vida útil dependem de uma série de cuidados técnicos durante a obra ou reforma.
Conhecer os erros a serem evitados durante a impermeabilização é essencial para evitá-los e garantir que tudo funcione de forma eficiente.
Já que esse processo é responsável por proteger estruturas contra a ação da água e da umidade, evitando problemas como infiltrações, manchas, mofo, corrosão de armaduras e até comprometimento estrutural.
Apesar de existirem muitas informações sobre os benefícios da impermeabilização, ainda é comum que a importância desta etapa seja subestimada. E quando o trabalho é executado de forma inadequada, a impermeabilização pode gerar complicações no médio e longo prazos, além de custos extras com manutenção e reparos. Vamos aos 7 erros?
1. Falta de planejamento no projeto
Um dos erros mais frequentes é não prever a impermeabilização ainda na fase de projeto. Cada área da construção possui necessidades específicas — como lajes, banheiros, áreas externas, piscinas, floreiras e reservatórios — e exige soluções técnicas diferentes.
Quando a impermeabilização não é planejada previamente, a obra pode enfrentar improvisos e adaptações de última hora. Isso aumenta o risco de falhas, retrabalho e custos adicionais.
O ideal é que o sistema impermeabilizante seja definido com antecedência e integrado ao projeto arquitetônico e estrutural.
2. Escolha inadequada de materiais
Outro erro comum é utilizar materiais inadequados para o tipo de superfície ou ambiente. Nem todos os produtos impermeabilizantes são iguais. Cada um possui características específicas de resistência, elasticidade e durabilidade.
Aplicar um material inadequado pode comprometer totalmente o resultado final.
Por exemplo, áreas expostas ao sol, à chuva e às variações de temperatura exigem produtos com maior flexibilidade e resistência. Já ambientes internos, como banheiros e cozinhas, podem demandar soluções diferentes.
Por isso, a escolha dos materiais deve sempre considerar fatores como tipo de estrutura, exposição à água, movimentação da estrutura e condições climáticas.
3. Aplicação sobre superfícies mal preparadas
A preparação da superfície é uma etapa essencial para o sucesso da impermeabilização. Aplicar o produto sobre uma base suja, irregular, úmida ou com resíduos de obra compromete a aderência do sistema.
Antes da aplicação, é fundamental que a superfície esteja limpa, seca, regularizada e livre de poeira, graxa ou partículas soltas. Também é importante corrigir trincas, falhas e imperfeições que possam prejudicar o desempenho do impermeabilizante.
Sem essa preparação adequada, o risco de falhas e infiltrações aumenta significativamente.
4. Não respeitar o tempo de cura
Cada produto impermeabilizante possui um tempo específico de secagem e cura entre as demãos e antes da liberação da área para uso.
Ignorar essas recomendações é um dos principais erros a serem evitados durante a impermeabilização porque pode comprometer todo o processo.
Liberar a área antes do tempo indicado, quando o sistema ainda não está totalmente estabilizado, pode causar fissuras, perda de aderência e falhas de proteção.
Seguir rigorosamente as orientações do fabricante é essencial para garantir o desempenho esperado.
5. Execução por profissionais não especializados
A impermeabilização exige conhecimento técnico, experiência e atenção aos detalhes.
Infelizmente, ainda é comum que essa etapa seja realizada por profissionais sem a devida qualificação ou treinamento.
Isso pode levar a erros de aplicação, espessura incorreta do produto, falhas nas emendas e ausência de reforços em pontos críticos.
Contar com mão de obra especializada é fundamental para garantir que todas as etapas sejam executadas corretamente e de acordo com as normas técnicas. Vale a pena pesquisar e escolher a empresa de impermeabilização ideal.
6. Falta de atenção aos pontos críticos
Algumas áreas da construção são mais vulneráveis à infiltração e precisam de atenção especial. Entre elas estão ralos, juntas de dilatação, cantos, rodapés, passagens de tubulações e encontros entre paredes e pisos.
Quando esses pontos não recebem o tratamento adequado, tornam-se portas de entrada para a água. O reforço com telas, mantas ou sistemas complementares é essencial para garantir a continuidade da impermeabilização.
7. Não realizar manutenção preventiva
Muitas pessoas acreditam que, depois de impermeabilizada, a estrutura não precisa mais de cuidados. Como qualquer sistema construtivo, a impermeabilização também pode sofrer desgaste ao longo do tempo.
A realização de inspeções periódicas ajuda a identificar pequenas falhas antes que se transformem em problemas maiores. Manutenção preventiva é sempre mais econômica do que reparos estruturais.
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